quinta-feira, 29 de maio de 2008
CASA DA MATEMÁTICA INDICA
Hoje em dia alguns dos efeitos da Acupuntura já foram testados e "comprovados cientificamente" como gosta nossa cabeça ocidental e divulgados na mídia:
"Os pontos de Acupuntura são pontos com grande concentração de terminações nervosas ativando o Sistema Nervoso Central causando aumento de Histamina, Bradicina, Prostaglandinas, Edema local, Hiperemia, alteração da Permeabilidade Vascular, aumento da Produção de Anticorpos, aceleração do Processo de reparação de Fraturas e extremidades após cirurgias plásticas e cicatrização de feridas."
Algumas indicações:Problemas de coluna, Tendinites, Artrites, Artroses, Bursites, Stress, TPM, Insônia, Depressão, entre outros.
Vale a pena conferir. Testado e aprovado!!!
REGINA BRAUER, acupunturista
http://reginabrauer.blogspot.com
21 9977-3465
sexta-feira, 23 de maio de 2008
GEOPLANO VIRTUAL
Um do instrumentos utilizados para o ensino de Geometria e Gráfico de Funções é o GEOPLANO que nada mais é do que uma peça de madeira quadrada onde colocam-se pregos com 3cm de distancia entre eles, formando um quadrado de pregos.
A seguir, exibimos a versão digital do GEOPLANO para que possamos conhecê-lo melhor e tentarmos encontrar soluções interessantes para seu uso.
Se você encontrar alguma solução interessante, faça seu comentário. É muito importante oara todos que lêem nosso Blog. Existem diversas maneiras de utilização e listá-las é fundamental.
Abraços
sábado, 17 de maio de 2008
POEMAS COM NÚMEROS
Simplesmente sensacional é a capacidade do nosso cérebro de ler coisas que nem imaginamos.
Faça um pequeno esforço no início que o resto sai rapidinho.
Muito legal!!!
M473M471C0 (53N54C1ON4L):
4S V3235 3U 4C0RD0 M310 M473M471C0.
D31X0 70D4 4 4857R4Ç40 N47UR4L D3 L4D0
3 P0NH0-M3 4 P3N54R 3M NUM3R05.
C0M0 53 F0553 UM4 P35504 5UP3R R4C10N4L.
540 5373 D1570, N0V3 D4QU1L0...
QU1N23 PR45 0NZ3...
7R323N705 6R4M45 D3 PR35UNT0...
M45 L060 C410 N4 R34L 3 C0M3Ç0
4 F423R V3R505 D3 4M0R
C0M R1M4 0U 4T3 53M R1M4 N3NHUM4
segunda-feira, 12 de maio de 2008
ELEMENTOS MATEMÁTICOS EM BRAILLE - PARTE 3
Frações escritas de várias formas.
Datas escritas de diversas formas.
Números ordinais. - Os números ordinais representam-se pelos caracteres da 5ª série, precedidos do sinal (3456) e seguidos de uma das terminações o, a, os, as.
Depos vem mais...
segunda-feira, 5 de maio de 2008
ELEMENTOS MATEMÁTICOS EM BRAILLE - Parte 2

Esses são alguns exemplos de escrita dos números em Braille.
O ponto 3 representa o ponto separador de classes. É corrente, contudo, só efetuar tal separação em números constituídos por mais de quatro algarismos, na parte inteira ou na parte decimal. Veja abaixo:

Depois postamos mais informações.
abraços
sábado, 3 de maio de 2008
ELEMENTOS MATEMÁTICOS EM BRAILLE
quarta-feira, 23 de abril de 2008
HELENA ANTIPOFF
PSICÓLOGA E EDUCADORA Helena Antipoff (1892-1974) é amplamente reconhecida entre nós pela ação informada e socialmente relevante nas áreas da educação fundamental, especial, rural ou comunitária. Essa ação se concretizou em obras duradouras, como as Sociedades Pestalozzi – hoje disseminadas por todo o país, dedicadas à educação de indivíduos excepcionais – e em contribuições consistentes e criativas para a organização do estudo e da pesquisa em psicologia experimental e em psicologia da educação no Brasil.
HELENA ANTIPOFF, BELO HORIZONTE, 1930
Na opinião de Édouard Claparède, o estudo da psicologia é que permitiria conhecer a matéria-prima da educação, isto é, o estudante. E foi justamente Helena Antipoff, aluna e assistente de Claparède no Instituto Jean-JacquesRousseau, em Genebra, que veio a ser convidada a implantar o Laboratório de Psicologia da Escola de Aperfeiçoamento, e a iniciar o estudo e a pesquisa em psicologia da educação no âmbito da Reforma.
Nascida na Rússia, e tendo feito a formação universitária em Paris e Genebra, Antipoff veio para o Brasil em 1929, a convite do governo do Estado deMinas Gerais, para participar da implantação da reforma de ensino conhecida como Reforma Francisco Campos-Mário Casassanta.
A Reforma, uma das mais importantes iniciativas de apropriação do movimento da Escola Nova ocorridas no Brasil, previa a implantação de uma Escola de Aperfeiçoamento de Professores, dedicada à graduação de normalistas que viriam a assumir a efetiva transformação do ensino fundamental na rede de escolas primárias que foi rapidamente ampliada. No projeto da Escola, uma grande ênfase foi dada ao ensino da psicologia, então considerada, entre as ciências da educação, como a mais fundamental.
Na opinião de Édouard Claparède, o estudo da psicologia é que permitiria conhecer a matéria-prima da educação, isto é, o estudante. E foi justamente Helena Antipoff, aluna e assistente de Claparède no Instituto Jean-JacquesRousseau, em Genebra, que veio a ser convidada a implantar o Laboratório de Psicologia da Escola de Aperfeiçoamento, e a iniciar o estudo e a pesquisa em psicologia da educação no âmbito da Reforma.
domingo, 13 de abril de 2008
PROJETO DOSVOX
O Núcleo de Computação Eletrônica da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) vem nos últimos anos se dedicando à criação de um sistema de computação destinado a atender aos deficientes visuais. O sistema operacional DOSVOX permite que pessoas cegas utilizem um microcomputador comum (PC) para desempenhar uma série de tarefas, adquirindo assim um nível alto de independência no estudo e no trabalho.

Você pode adquirir gratuitamente este programa através do endereço http://intervox.nce.ufrj.br/dosvox/
Confira!
quinta-feira, 10 de abril de 2008
AGRADECIMENTOS
Gostaria de agradecer às pessoas que visitam frequentemente nosso site em busca de informação, diversão ou apenas por curiosidade.
Agradeceria muito mais se você também deixasse seus comentários a respeito da postagem que está lendo. Para nós isso é muito bom!
Muito obrigado mais uma vez.
Equipe CASA DA MATEMÁTICA
casa.matematica@hotmail.com
Agradeceria muito mais se você também deixasse seus comentários a respeito da postagem que está lendo. Para nós isso é muito bom!
Muito obrigado mais uma vez.
Equipe CASA DA MATEMÁTICA
casa.matematica@hotmail.com
terça-feira, 8 de abril de 2008
Fundamentação civil-constitucional dos direitos dos deficientes
Uma breve apresentação
Os direitos dos deficientes não resultam de uma postura filantrópica do Estado brasileiro.
A República Federativa do Brasil fundamenta-se constitucionalmente, entre outros, no princípio da dignidade humana e tem objetivos como a construção de uma sociedade livre, justa e solidária, e a redução das desigualdades sociais e regionais. Estabeleceu, assim, o legislador constituinte de 1988 as bases axiológicas do texto magno, reafirmando o antigo princípio liberal da Revolução Francesa: a igualdade de todos perante a lei (artigo 5º, caput).
Entretanto, quando o objeto de análise são as pessoas portadoras de deficiência, fica clara a desproporção de acesso aos direitos individuais e sociais ao exercício das suas cidadanias, exigindo-se a presença do Estado.
Cunhou-se, doutrinariamente, em atendimento às dificuldades das minorias, a diferença entre os conceitos de igualdade perante a lei e igualdade na lei.
Da igualdade perante a lei resulta a aplicação da lei ao caso concreto, independente de juízo de valor emitido pelo aplicador do direito. Da igualdade na lei surge a impossibilidade de uma lei dirigir-se a pessoas diferentes, privilegiando pessoas ou grupos, exceto se autorizada pela própria lei. Dirige-se este segundo princípio aos legisladores e aplicadores do Direito.
O modelo constitucional brasileiro estabeleceu que a igualdade perante a lei é o que na doutrina geral temos por igualdade na lei, dirigindo-se prioritariamente ao legislador, pois ao juiz caberá, tão-somente, sua aplicação ao caso concreto.
A Constituição brasileira ocupa-se, reiteradas vezes, em tutelar as pessoas portadoras de deficiência. É que o Estado e a sociedade têm o dever de favorecer condições ao pleno exercício dos direitos individuais e sociais e sua efetiva integração social: ao Poder Público cabe o exercício de suas três funções típicas – legislar, executar a lei e, se provocado, defender lesão ou ameaça de lesão aos direitos materiais; à sociedade cabe, através das entidades privadas e dos organismos internacionais, articulados com os órgãos públicos e por estes autorizados, garantir a efetividade de programas de prevenção, atendimento especializado e de integração social.
As exceções que a Constituição estabelece como direitos dos portadores de deficiência não devem ser interpretadas como um tratamento desigual, de cunho beneficente, mas considerado o universo a que se dirigem, às peculiariedades do grupo em questão, pois a igualdade abstrata perante a lei desiguala. E somente a lei pode desigualar e, quando o faz, objetiva igualar os desiguais, oferecendo-lhes as condições necessárias ao pleno exercício de sua cidadania, visto que tanto se viola o princípio da igualdade quando em situações semelhantes recebe o cidadão tratamento diferenciado, como quando pessoas em situações diversas recebem tratamento igual.
Os direitos dos deficientes não resultam de uma postura filantrópica do Estado brasileiro.
A República Federativa do Brasil fundamenta-se constitucionalmente, entre outros, no princípio da dignidade humana e tem objetivos como a construção de uma sociedade livre, justa e solidária, e a redução das desigualdades sociais e regionais. Estabeleceu, assim, o legislador constituinte de 1988 as bases axiológicas do texto magno, reafirmando o antigo princípio liberal da Revolução Francesa: a igualdade de todos perante a lei (artigo 5º, caput).
Entretanto, quando o objeto de análise são as pessoas portadoras de deficiência, fica clara a desproporção de acesso aos direitos individuais e sociais ao exercício das suas cidadanias, exigindo-se a presença do Estado.
Cunhou-se, doutrinariamente, em atendimento às dificuldades das minorias, a diferença entre os conceitos de igualdade perante a lei e igualdade na lei.
Da igualdade perante a lei resulta a aplicação da lei ao caso concreto, independente de juízo de valor emitido pelo aplicador do direito. Da igualdade na lei surge a impossibilidade de uma lei dirigir-se a pessoas diferentes, privilegiando pessoas ou grupos, exceto se autorizada pela própria lei. Dirige-se este segundo princípio aos legisladores e aplicadores do Direito.
O modelo constitucional brasileiro estabeleceu que a igualdade perante a lei é o que na doutrina geral temos por igualdade na lei, dirigindo-se prioritariamente ao legislador, pois ao juiz caberá, tão-somente, sua aplicação ao caso concreto.
A Constituição brasileira ocupa-se, reiteradas vezes, em tutelar as pessoas portadoras de deficiência. É que o Estado e a sociedade têm o dever de favorecer condições ao pleno exercício dos direitos individuais e sociais e sua efetiva integração social: ao Poder Público cabe o exercício de suas três funções típicas – legislar, executar a lei e, se provocado, defender lesão ou ameaça de lesão aos direitos materiais; à sociedade cabe, através das entidades privadas e dos organismos internacionais, articulados com os órgãos públicos e por estes autorizados, garantir a efetividade de programas de prevenção, atendimento especializado e de integração social.
As exceções que a Constituição estabelece como direitos dos portadores de deficiência não devem ser interpretadas como um tratamento desigual, de cunho beneficente, mas considerado o universo a que se dirigem, às peculiariedades do grupo em questão, pois a igualdade abstrata perante a lei desiguala. E somente a lei pode desigualar e, quando o faz, objetiva igualar os desiguais, oferecendo-lhes as condições necessárias ao pleno exercício de sua cidadania, visto que tanto se viola o princípio da igualdade quando em situações semelhantes recebe o cidadão tratamento diferenciado, como quando pessoas em situações diversas recebem tratamento igual.
Fonte: Revista IBC, setembro/1999
quinta-feira, 20 de março de 2008
CONVITE
A Casa da Matemática está com as portas abertas para recebê-lo.
Você que gosta de Matemática, adora resolver problemas e fazer contas e, sobretudo, tem muita curiosidade para saber de onde as coisas vêm, precisa conhecer a CASA DA MATEMÁTICA.
Nossas instalações ficam no bairro do Catete, no Rio de Janeiro, pertinho do metrô do Catete, na rua Pedro Américo.
Curiosidades, história, conhecimento e muita informação de qualidade você vai encontrar na nossa Casa.
O assunto? É escolha sua!
Escolha o tema que quer trabalhar e passe conosco momentos agradáveis de busca, descoberta e descontração.
Aos queridos deficientes visuais, aí vai uma bela notícia: nossa audioteca está tomando forma! Novas obras literárias estão sendo gravadas por voluntários e amigos da Casa da Matemática e, em breve, estarão a disposição de todos.
Venham conferir nossos preços promocionais.
Estamos aguardando.
(21)7818-5567
casa.matematica@hotmail.com
Você que gosta de Matemática, adora resolver problemas e fazer contas e, sobretudo, tem muita curiosidade para saber de onde as coisas vêm, precisa conhecer a CASA DA MATEMÁTICA.
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Curiosidades, história, conhecimento e muita informação de qualidade você vai encontrar na nossa Casa.
O assunto? É escolha sua!
Escolha o tema que quer trabalhar e passe conosco momentos agradáveis de busca, descoberta e descontração.
Aos queridos deficientes visuais, aí vai uma bela notícia: nossa audioteca está tomando forma! Novas obras literárias estão sendo gravadas por voluntários e amigos da Casa da Matemática e, em breve, estarão a disposição de todos.
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O SISTEMA BRAILLE - PARTE II
LEITURA DO BRAILLE
A maioria dos leitores cegos lê, de início, com a ponta do dedo indicador de uma das mãos -- esquerda ou direita. Um número determinado de pessoas, entretanto, que não são ambidestras em outras áreas, podem ler o Braille com as duas mãos. Algumas pessoas, ainda, utilizam o dedo médio ou anular, ao invés do indicador. Os leitores mais experientes comumente utilizam o dedo indicador da mão direita, com uma leve pressão sobre os pontos em relevo, permitindo-lhes uma ótima percepção, identificação e discriminação dos símbolos Braille.
Este fato acontece somente através da estimulação consecutiva dos dedos pelos pontos em relevo. Essas estimulações ocorrem muito quando se movimenta a mão (ou mãos) sobre cada linha escrita num movimento da esquerda para a direita. Alguns leitores são capazes de ler 125 palavras por minuto com uma só mão. Alguns outros, que lêem com as duas mãos, conseguem dobrar a sua velocidade de leitura, atingindo 250 palavras por minuto. Em geral a média atingida pela maioria dos leitores é de 104 palavras por minuto. É a simplicidade do Braille que permite essa velocidade de leitura. Os pontos em relevo permitem a compreensão instantânea das letras como um todo, uma função indispensável ao processo de leitura (leitura sintética).
Para a leitura tátil corrente, os pontos em relevo devem ser precisos, e seu tamanho máximo não deve exceder a área da ponta dos dedos empregados para a leitura. Os caracteres devem todos possuir a mesma dimensão, obedecendo aos espaçamentos regulares entre as letras e entre as linhas. A posição de leitura deve ser confortável de modo a que as mãos dos leitores fiquem ligeiramente abaixo dos cotovelos.
NORMAS DE APLICAÇÃO DO SISTEMA BRAILLE
1. Os sinais de maiúscula inicial, caixa-alta e grifo são antepostos à palavra numa seqüência de até três palavras consecutivas.
2. Quando se trata de usar os sinais de maiúscula inicial, caixa-alta e grifo para mais de três palavras, antepõem-se aos respectivos símbolos da primeira palavra da seguência, os pontos 2-5 , colocando o símbolo correspondente antes da última palavra.
3. Os símbolos de maiúscula inicial, caixa-alta e grifo serão colocados no segundo elemento da palavra composta, sempre que houver necessidade.
4. Nenhum símbolo pode ser colocado entre o sinal de grifo e os sinais de maiúscula inicial ou caixa-alta.
5. Quando uma palavra houver apenas letras ou sílabas grifadas estas ficarão encerradas entre dois sinais de grifo.
6. Quando se tratar de grifo de letras ou sílabas finais, é dispensado o segundo sinal de grifo.
7. Sinais de corte: símbolo formado pelos pontos 3-6 . Quando coincidir com Hífen existente entre certas palavras será repetido no início da linha seguinte.
8. Travessão: símbolo formado pelos pontos 3-6 , 3-6 . Deve ser escrito separado das palavras.
9. Asterisco: símbolo formado pelos pontos 3-5 , 3-5 . Havendo nota no final da página ou no fim do capítulo, escreve-se dois asteriscos entre espaços, numerando-se no caso de mais de uma nota.
10. Parágrafo para articulação: símbolo formado pelos pontos 2-3-4 , 2-3-4 . Deve ser usado com a legislação vigente.
11. As abreviaturas de uso corrente obdecerão às normas de legislação vigente.
12. Norma para escrever frases que tenham mais de três palavras grifadas e cujas letras iniciais sejam maiúsculas: deve ser usado no início de frase os pontos 2-5 , seguindo o sinal de gripo ( pontos 4-5-6 ), repetindo-se os pontos 2-5 e após o sinal de maiúsculo ( pontos 4-6 ) e no final da frase deve-se antepor à última palavra o sinal de grifo de maiúsculo.
segunda-feira, 17 de março de 2008
O SISTEMA BRAILLE
O Sistema Braille, utilizado universalmente na leitura e na escrita por pessoas cegas, foi inventado na França por Louis Braille, um jovem cego, reconhecendo-se o ano de 1825 como o marco dessa importante conquista para a educação e integração dos deficientes visuais na sociedade.
O Sistema Braille é um sistema de leitura e escrita tátil que consta de seis pontos em relevo, dispostos em duas colunas de três pontos. Os seis pontos formam o que convencionou chamar de "cela Braille". Para facilitar a sua identificação, os pontos são numerador da seguinte forma:
Do alto para baixo, coluna da esquerda: pontos 1-2-3Do alto para baixo, coluna da direita....: pontos 4-5-6
A diferente disposição desses seis pontos permite a formação de 63 combinações ou símbolos braille. As dez primeiras letras do alfabeto são formadas pelas diversas combinações possíveis dos quatro pontos superiores (1-2-4-5); as dez letras seguintes são as combinações das dez primeiras letras, acrescidas do ponto 3, e formam a 2ª linha de sinais. A terceira linha é formada pelo acréscimo dos pontos 3 e 6 às combinações da 1ª linha.
Os símbolos da 1ª linha são as dez primeiras letras do alfabeto romano (a-j). Esses mesmos sinais, na mesma ordem, assumem características de valores numéricos 1-0, quando precedidas do sinal do número, formado pelos pontos 3-4-5-6 .
Vinte e seis sinais são utilizados para o alfabeto, dez para os sinais de pontuação de uso internacional, correspondendo aos 10 sinais de 1ª linha, localizados na parte inferior da cela braille: pontos 2-3-5-6. Os vinte e seis sinais restantes são destinados às necessidades especiais de cada língua (letras acentuadas, por exemplo) e para abreviaturas.
Doze anos após a invenção desse sistema, Louis Braille acrescentou a letra "W" ao 10° sinal da 4ª linha para atender às necessidades da língua inglesa.
O sistema Braille é empregado por extenso, isto é, escrevendo-se a palavra, letra por letra, ou de forma abreviada, adotando-se código especiais de abreviaturas para cada língua ou grupo lingüístico. O braille por extenso é denominado grau 1, o grau 2 é a forma abreviada, empregada para representar as conjunções, preposições, pronomes, prefixos, sufixos, grupos de letras que são comumente encontradas na palavras de uso corrente. A principal razão de seu emprego é reduzir o volume dos livros em braille e permitir o maior rendimento na leitura e na escrita. Uma série de abreviaturas mais complexas forma o grau 3, que necessita de um conhecimento profundo da língua, uma boa memória e uma sensibilidade tátil muito desenvolvida por parte do leitor cego.
O tato é também um fator decisivo na capacidade de utilização do Braille.
O Sistema Braille aplica-se à estenografia, à música e às notações científicas em geral, através do aproveitamento das 63 combinações em código especiais.
O Sistema Braille é de extraordinária universalidade: pode exprimir as diferentes línguas e escritas da Europa, Ásia e da África. Sua principal vantagem, todavia, reside no fato das pessoas cegas poderem facilmente escrever por esse sistema, com o auxílio da reglete e do punção.
O Sistema Braille permite uma forma de escrita eminentemente prática. A pessoa cega pode satisfazer o seu desejo de comunicação. Abriu-lhe os caminhos de conhecimento literário, científico e musical, permitiu-lhe, ainda, a possibilidade de manter uma correspondência pessoal e ampliou também suas atividades profissionais.
ESCREVER EM BRAILLE
O aparelho de escrita usado por Louis Braille consistia de uma prancha, uma régua com 2 linhas com janelas correspondentes às celas Braille, que se encaixa, pelas extremidades laterais na prancha, e o punção. O papel era introduzido entre a prancha e a régua, o que permitia à pessoa cega, pressionando o papel com o punção, escrever os pontos em relevo. Hoje, as regletes, uma variação desse aparelho de escrita de Louis Braille, são ainda muito usadas pelas pessoas cegas. Todas as regletes modernas, quer sejam modelos de mesa ou de bolso, consistem essencialmente de duas placas de metal ou plástico, fixas de um lado com dobradiças, de modo a permitir a introdução do papel.
O aparelho de escrita usado por Louis Braille consistia de uma prancha, uma régua com 2 linhas com janelas correspondentes às celas Braille, que se encaixa, pelas extremidades laterais na prancha, e o punção. O papel era introduzido entre a prancha e a régua, o que permitia à pessoa cega, pressionando o papel com o punção, escrever os pontos em relevo. Hoje, as regletes, uma variação desse aparelho de escrita de Louis Braille, são ainda muito usadas pelas pessoas cegas. Todas as regletes modernas, quer sejam modelos de mesa ou de bolso, consistem essencialmente de duas placas de metal ou plástico, fixas de um lado com dobradiças, de modo a permitir a introdução do papel.
A placa superior funciona como a primitiva régua e possui as janelas correspondentes às celas Braille. Diretamente sob cada janela, a placa inferior possui, em baixo relevo, a configuração de cela Braille. Ponto por ponto, as pessoas cegas, com o punção, formam o símbolo Braille correspondente às letras, números ou abreviaturas desejadas.
Na reglete, escreve-se o Braille da direita para a esquerda, na seqüência normal de letras ou símbolos. A leitura é feita normalmente da esquerda para a direita. Conhecendo-se a numeração dos pontos, correspondentes a cada símbolo, torna-se fácil tanto a leitura quanto a escrita feita em reglete.

Quando, escreve-se o Braille na reglete com o punção os pontos são usados assim:
Exceto pela fadiga, a escrita na reglete pode tornar-se tão automática para o cego quanto a escrita com lápis para a pessoa de visão normal.
Além da reglete, o Braille pode ser produzido através de máquinas especiais de datilografia, de 7 teclas: cada tecla correspondente a um ponto e ao espaço. O papel é fixo e enrolado em rolo comum, deslizando normalmente quando pressionado o botão de mudança da linha. O toque de uma ou mais teclas simultaneamente produz a combinação dos pontos em relevo, correspondente ao símbolo desejado. O Braille é produzido da esquerda para a direita, podendo ser lido sem a retirada do papel da máquina de datilografia Braille, tendo sido a primeira delas inventado por Frank H. Hall, em 1892 nos Estados Unidos da América.
Exceto pela fadiga, a escrita na reglete pode tornar-se tão automática para o cego quanto a escrita com lápis para a pessoa de visão normal.
Além da reglete, o Braille pode ser produzido através de máquinas especiais de datilografia, de 7 teclas: cada tecla correspondente a um ponto e ao espaço. O papel é fixo e enrolado em rolo comum, deslizando normalmente quando pressionado o botão de mudança da linha. O toque de uma ou mais teclas simultaneamente produz a combinação dos pontos em relevo, correspondente ao símbolo desejado. O Braille é produzido da esquerda para a direita, podendo ser lido sem a retirada do papel da máquina de datilografia Braille, tendo sido a primeira delas inventado por Frank H. Hall, em 1892 nos Estados Unidos da América.
As Imprensas Braille produzem os seus livros utilizando máquinas estereótipas, semelhantes às máquinas especiais de datilografia, sendo porém elétricas. Essas máquinas permitem escrita do Braille em matrizes de metal. Essa escrita é feita dos dois lados da matriz, permitindo a impressão do Braille nas duas faces do papel. Esse é o Braille interpontado: os pontos são dispostos de tal forma que impressos de um lado não coincidam com os pontos da outra face, permitindo uma leitura corrente, um aproveitamento melhor do papel, reduzindo o volume dos livros transcritos no sistema Braille.
Novos recursos para a produção do Braille têm sido empregados, de acordo com os avanços tecnológicos de nossa era. O Braille agora pode ser produzido pela automatização através de recursos modernos dos computadores. Conheça um pouco da impressão Braille com o auxílio do computador na Imprensa Braille Rosa Baquit.
Numa próxima oportunidade, falaremos sobre a leitura Braille, algumas normas gramaticais com o Braille entre outras coisas. Aguardem...
Para mais informações: www.sac.org.br (Sociedade de Assistência aos Cegos - Ceará)
domingo, 16 de março de 2008
Torus Games
Muito mais do que apenas um jogo. Na verdade são oito jogos tradicionais que podem ser usados por crianças a partir dos 10 anos e, desta forma, ser trabalhado o conceito de um universo finito, mas não limitado.Estes jogos incluem: jogo da velha, labirintos, palavras cruzadas, sopas de letras, puzzles, xadrez, bilhar e maçãs.
Enquanto jogam, as crianças desenvolvem uma compreensão visual intuitiva de um universo-modelo que, sendo finito, não tem fronteira. Os jogadores que já dominam os jogos no toro podem tentar o desafio mais estimulante de jogá-lo novamente, mas agora na Garrafa de Klein. Embora os jogos tenham sido pensados para as crianças, os adultos interessados em topologia, geometria e cosmologia também os têm considerado agradáveis e esclarecedores.

Línguas
Inglês, Espanhol, Francês , Italiano , Português , Vietnamita
Licenças
freeware (GNU General Public License)
FAQ
FAQ para Geometry Games — Macintosh
FAQ para Geometry Games — Windows
OpenGL em Laboratórios de Computadores — Windows
Última atualização
13 Outubro 2007 (Versão 3.0.4)
Download
Torus Games para Mac OS 10.3.9 ou posterior (2.5 MB)
Torus Games para Windows XP ou posterior (2.3 MB)
Torus Games Source Code (2.6 MB)
N.B Estes programas de Jeff Weeks estão incluídos numa coleção de Programas de Topologia e Geometria.
Alem deste excelente jogo, você pode encontrar outros jogos para downloads na página http://www.geometrygames.org/ confira.
Para maiores detalhes sobre o software acesse a página do atractor onde você encontra exemplos e dicas de diversos softwares, e muitos aplets com exemplos.
Enquanto jogam, as crianças desenvolvem uma compreensão visual intuitiva de um universo-modelo que, sendo finito, não tem fronteira. Os jogadores que já dominam os jogos no toro podem tentar o desafio mais estimulante de jogá-lo novamente, mas agora na Garrafa de Klein. Embora os jogos tenham sido pensados para as crianças, os adultos interessados em topologia, geometria e cosmologia também os têm considerado agradáveis e esclarecedores.

Línguas
Inglês, Espanhol, Francês , Italiano , Português , Vietnamita
Licenças
freeware (GNU General Public License)
FAQ
FAQ para Geometry Games — Macintosh
FAQ para Geometry Games — Windows
OpenGL em Laboratórios de Computadores — Windows
Última atualização
13 Outubro 2007 (Versão 3.0.4)
Download
Torus Games para Mac OS 10.3.9 ou posterior (2.5 MB)
Torus Games para Windows XP ou posterior (2.3 MB)
Torus Games Source Code (2.6 MB)
N.B Estes programas de Jeff Weeks estão incluídos numa coleção de Programas de Topologia e Geometria.
Alem deste excelente jogo, você pode encontrar outros jogos para downloads na página http://www.geometrygames.org/ confira.
Para maiores detalhes sobre o software acesse a página do atractor onde você encontra exemplos e dicas de diversos softwares, e muitos aplets com exemplos.
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