quarta-feira, 28 de outubro de 2009

CONCLUSÃO


 
Através desse trabalho, pudemos vivenciar a evolução de um pensamento. A caminhada de uma idéia desde a sua percepção como uma necessidade para um ajuste num sistema criado para descrever as quantidades até sua formalização como algarismo. Certamente, o zero como elemento de contagem nunca seria percebido. Contudo, o aumento da complexidade das necessidades do cotidiano do ser humano acabou por abrir as portas para seu aparecimento.

Suas propriedades, temidas por nossos antigos, se mostraram importantíssimas, pois sem elas, jamais teríamos chegado à indeterminação e, conseqüentemente, nunca teríamos construído o cálculo tão necessário nos dias de hoje para inúmeras carreiras.

Portanto, com essa monografia, podemos exaltar o valor que realmente o zero tem. Afinal, por que buscamos a história do zero? Por que ele causou tantos problemas? Por que o número 2 não causou tantos embaraços? Por que nenhum outro número causou tantos desconfortos? Por que o zero?

Essas perguntas baseadas em nosso trabalho só demonstram sua real importância.

Esta foi a história do número zero. Acredito que muitos não sabiam a verdadeira saga pela qual o número passou. Foi uma luta, mas hoje sua utilização é fundamental.

Esta foi uma contribuição da Casa da Matemática para o ensino e divulgação da História da Matemática.

Se você gostou da história, dê sua opinião logo aqui embaixo.

Um abraço e até a próxima postagem.

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3 comentários:

Anônimo disse...

eu achei que poderia ter alguma conclusão sobre matemática porque o blogue é sobre a casa da matemática.

Ricardo disse...

Independente de tudo, achei o tema muito interessante e oportuno.
Filosofia, religião, matemática, espiritualidade... enfim... a busca do conhecimento humano passa por várias formas e sentidos.
A matemática permeia praticamente tudo e o ser humano procura mostrar matematicamente o nosso universo desde seus primórdios como ser humano.
O problema é que por falta de conhecimento, a figura de Deus é o que explica tudo.
Ricardo

Unknown disse...

E vdd não fala quase nd de matemática